Artigos, reflexões e idéias.............
Por Marco Benites
O modelo instrucionista está sendo utilizado no ensino a distância.
Explico, O curso de Pedagogia a Distância realizado pela Faculdade de Educação na Universidade Federal do Rio grande do Sul, está no seu 5 semestre. Um projeto arrojado a vencedor, pois vem se mantendo graças a um esquema de tutoria responsavel e engajado. Este curso é divido por pólos dos quais fazem parte, Alvorada, Gravatai, Sapiranga, São leopoldo e Tres Cahoeiras este último a 200Km da grande Porto Alegre.
Os alunos são professores com até 10 anos de sala de aula, que necessitam conforme a legislação possuirem Curso Supeiror para desempenhar suas atividades em suas Escola. Esta pareceria envolve o MEC, Universidade e Prefeitura.
Os alunos chegam a este proejto com realidades diferentes, alguns tem familiaridade com a informática mas na sua maioria não conhecem os prgramas nem tão pouco o computador em si. Começa aí a dificuldade, de um lado planos de aula organizados e ajustados a esta realidade de outro alunos que necessitam dar os priemiros passos em direção a apropriação tecnológica, elemento essencial no ensino a distância. Não muito longe disto, temos um projeto de ensino voltado a motivar e valorizar as aprendizagens que hoje sabemos claramente deve nascer de dentro para fora. Como seria este saber de dentro para fora, um aluno deve perceber que as experiências e suas apredizagens necessita percorrer caminhos que o leve buscar mais do que lhe é apresentado. Não basta no mundo hoje continuarmos com a relação espectador no cenário acadêmico. Hoje descortina uma nova missão para Professores e alunos. AS novas tecnologias voltadas a educação hoje tem nome e sobrenome dentro da educação, de um lado facilitam as atividades do alunos e por outro se tornam um monstro até dominá-los. Esta dicotomia é predominante hoje, de fato a internet os mais diversos softwares que existem tem em muito revolucionado a vida de muitos alunos. Mas ne todos possuem as mesmas habilidade, o negócio é dar o passo a passo. No Modelo do PEAD , já são inúmeros Tutoriais criados para facilitar a vida de uma comunidade acadêmcia, a autoria de muitos professores e tutores já poderia ser uma tese de doutorado.
Isto seria instrucionista, digamos que queremos ficar com a parte boa disto, como não bastasse existem momentos na tutoria a distância que as instruções , o roteiro de como usar ou operar algum ambiente se faz necessário e urgente. Não podemos abrir mão deste recurso, pois é assim que nossos alunos vem se movimentando em searas nunca antes exploradas.
Por Marco Benites
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O Professor Mediador
Por Marco Benites - 30/06/06
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O professor é o agente principal e o mediador central de uma sala de aula. Através de suas ações é orientada a prática pedagógica e dela depende o formato e o modelo da construção do saber discente. O professor mediador concebe suas competências para gerenciar a socialização do conhecimento e alavancar a autonomia e a responsabilidade de cada elemento do processo educacional.
O trabalho em equipe, o desenvolvimento de projetos e a descentralização das ações nas situações de aprendizagem são elementos cruciais na composição do perfil de um professor mediador e comprometido com a transformação da educação, apto a desenvolver um ensino participativo, sintonizado com as práticas pedagógicas contemporâneas.
De acordo com PERRENOUD
“A responsabilidade do sentido a ser construído não pode repousar apenas sobre os ombros dos professores” ( PERRENOUD, 2000, p.69).
O professor deve estar atento às inovações e procurar gerenciar a absorção do conhecimento em sala de aula, estimulando a participação e proporcionando a consolidação de práticas docentes que valorizem o saber discente e incentive seu aperfeiçoamento.
Devemos considerar que as emoções influenciam muito na tomada de decisão do professor, sendo este um mediador que leva em consideração as diversas realidades emocionais e congitivas de sua sala de aula, escola e comunidade. Assim ele poderá traçar uma estratégia pedagógica profunda e consistente na tarefa de mediar o conhecimento junto aos alunos.
Referência:
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre : Artmed, 2000.
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As novas velhas tecnologias....
Por Benites
NO dito popular dizem que quem anda de ônibus é pobre, mas este ônibus o mais simples transporte urbano das massas é dotado da mais alta tecnologia para ser eficiente. Mas vamos para nossa casa, quem vai lavar a roupa e aspirar a casa ou simplesmente gelar uma água para tomar??? Pois é todos estes equipamentos de nosso dia-a-dia foram transformados tecnologicamente para serem portáteis e de fácil uso.
Acredito que a grande transformação das tecnologias vem sendo o desafio de tornar os equipamentos portáteis e convergentes.
Em 1999 era um sonho que pelo controle remoto seria possível convergir a televisão com a internet, não haviam literaturas que revelasse como de fato seria isto. Hoje a apenas 7 anos depois , nossa vida poder ser acessada através dela, vamos do banco a lavanderia.
E quem diria que os celulares, irmão mais novo, se tornariam tão potente e pudesse ter a capacidade de ao passar em frente a uma loja , tocaria e informaria que há uma promoção nesta loja. Loucura, não , desenvolvimento da mente do homem que antes de produzir sonhou com isso. Contudo deve haver muitos como Santos Dumond desapontado, que ao ver que sua criação o avião, altamente tecnológico fosse ser instrumento de tantas mortes pela aviação militar.
Hoje somos utilitários das mídias, essas que influenciam imediatamente em nosso comportamento e na difusão do conhecimento em nosso meio.No passado recente se dizia que nada mataria o rádio, e veio a TV com seu encanto e cor e a sucumbiu. Era necessário naquele momento fazer algo para este veículo que tanto vez pela humanidade e hoje o vejo no meio das tecnologias da comunicação em EAD. Sem falar no computador que realmente veio para auxiliar a comunicação. Comunicação esta que reafirma sua disposição em contribuir ao ensino influenciando junto com as outras mídias, o nosso dia-a-dia. É fabuloso e necessário utilizar todos estes potenciais tecnológicos para o bem e o desenvolvimento das pessoas.
Até porque tudo que é bom não necessariamente é o bem. !
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Por onde começar???Por BenitesDevemos começar coletivamente, refletindo sobre as mudanças que esta revolução tecnológica impele sobre os alunos e professores. Se de um lado o professor não está preparado, de outro o aluno se surpreende com abordagem pedagógica que possa vinda atrevésdo uso do computador e a várias faces tecnológicas permitidas por ele interferindo no seu aprendizado.
De uns anos para cá, a juventude tem sub-utilizado o computador, de outra forma tem dominado a máquina sem medo e assim consegue evoluir na sua linguagem. Mas só isto não basta, é necessária uma grande discussão acadêmica sobre o assunto. As escolas estão cada vez mais investindo neste potencial, mas muitas vezes não estão se dando conta que os profissionais não estão tão bem preparados para enfrentar esta demanda pedagógica do conhecimento via computador. Mas acredito que através de uma reflexão profunda nas escolas sobre este assunto, a tão esperada interatividade da escola com seu meio se dará mais equilibradamente, com seus agentes aluno e professor atuando de forma pedagógica neste contexto.
Existe uma rigidez estrutural, há um distanciamento das propostas educacionais com as demandas atuais da sociedade no desenvolvimento do indivíduo, considerando os aspectos sociais, econômicos e culturais. Temos muito a ganhar na criatividade , nas associações que os indivíduos possam obter através do domínio da tecnologia em suas várias áreas.
Assim não tem como avançar se a escola não realizar um amplo estudo da potencialidade do uso do computador, internet e outras mídias nas atividades escolares. A interação com as mudanças que a sociedade vem recebendo com as novas tecnologias. Para continuar este processo devemos sonhar,planejar e agir, pois só assim nos definiremos como vanguardistas da revolução na educação com as novas tecnologias da informação e da comunicação.
Por onde começar????
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Reflexão sobre o Rádio como estratégia pedagogica no processo de aprendizagem em EAD: ? um experimento ?Por BenitesP**or força da Profissão, e por gostar de rádio, escuto todos os dias desde entretenimento, missa, entrevistas segmentadas, música e jornalismo.
Faço este mix por entender que o Rádio possui estas outras potencialidades que a literatura já aponta para um novo momento do Rádio.
Sou defensor da utilização do Rádio no ensino a distância como recurso pedagógico.
É possível uma radio conferência, algo muito pouco utilizado no meio, com mediações via internet ou por telefone direto no ar.
Comecemos por nossas Rádios Universitárias esta experiência. Temos o meio que está com espaço e tecnologia apto a desenvolver esta proposta RádioPedagógica.
Logo mais adiante o rádio digital irá possibilitar segmentar conteúdos de uma mesma emissora.
Este recurso poderá ser acessado, nada mais justo reservar espaço para o EAD com objeto de reforço no auxilio das disciplinas.
Com os meus alunos por serem do Jornalismo, utilizei várias vezes este recurso de gravação em estúdio de Rádio , documentários, produção de entrevistas, noticiários, Radiorevista entre outras. Analisava a construção do texto, criatividade em utilizar recursos sonoros para informar melhor através do rádio. Utilizar debates para explorar textos, temas ou polêmicas a cerca de assuntos. Tudo isso como exercício.
Mas tenho a impressão que este recurso de utilizar o rádio ou laboratórios de áudio sobre assuntos diversos pode ser interdisciplinar. Vale para outras áreas.
O recurso da prova oral foi usado muito tempo, e em alguns cursos ou lugares ainda é utilizado, se em uma disciplina o professor como estratégia pedagógica, lançasse um desafio aos alunos para um debate ou entrevista entre eles sobre o assunto da disciplina ou montando uma reportagem ou documentário sobre o assunto da disciplina seria um recurso interessante a ser pensado poderia ser avaliado.
Em algumas oportunidades na Rádio da Universidade uma professora do Instituto de Artes depto. de Música em parceria com Rádio, promovia uma audição de seus alunos.
Contudo essa audição nada mais era do que a prova final do semestre.
Os alunos tinham essa motivação em sair bem na prova, afinal estavam indo ao ar com sua produção.
Foi interessante.
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